
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Debate turismo

terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Festas são as de Natal

Por: Rui Estevinho
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Roupa velha

Em Justes, havia muita famílias que comiam a roupa velha já na consoada. Herdei essa tradição. Porque seria? Só encontro uma explicação: numa comunidade pobre como era Justes antes da 2ª guerra, quem se daria ao luxo de abastecer a consoada com grandes postas de bacalhau? Provavelmente a dose de bacalhau da consoada seria repartida por várias refeições, com artificio da mistura da couve, que qualquer um cultivava no seu pedaço de terra.
Cortam-se aos bocadinhos a couve, o bacalhau e as batatas que sobraram da consoada.
sábado, 20 de dezembro de 2008
MY BLUEBERRY NIGHTS - o sabor do amor

Kar Wai Wong
Intérpretes
Norah Jones, Jude Law, David Strathairn, Rachel Weisz e Natalie Portman
País de origem
China (Hong Kong) / França
Ano
2007
Género
Do realizador de “Disponível para Amar”, esta é a história de uma mulher que após um desgosto amoroso parte numa viagem pela América. À medida que as suas feridas vão sarando, as experiências da viagem e o encontro com estranhos levam-na a novos e inesperados capítulos da sua vida, que a poderão reconduzir ao amor. Duração: 90 minutos Cineclube. Cinema sem pipocas.
22-Dez Pequeno Auditório 22:00
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
DIE MIMUSEN

19-Dez Pequeno Auditório 22:00
domingo, 14 de dezembro de 2008
Pitos

Pitos de Sta Lúzia - receita

Ingredientes: Massa : Farinha; Água; Sal; Ovos. Recheio: Abóbora; Açúcar; Canela.
Enquadramento histórico: Os pitos de Santa Luzia foram inventados por Ermelinda Correia, que veio a ser mais tarde a Irmã Imaculada de Jesus, natural de Vila Nova em Vila Real.
Época de Confecção: Todo o ano como especialidade. O dia 13 de Dezembro consagra à Irmã Imaculada de Jesus a criação destes doces regionais, e ainda hoje é celebrada esta tradição, na capela de Vila Nova.
STA LUZIA - Penelas, Vila Real
CAPELA DE SANTA LUZIAA capela de Santa Luzia situava-se em Penelas. Nessa capela havia uma imagem da Santa, muito valiosa que foi roubada . Nunca mais apareceu . A capela hoje, encontra-se em ruínas.
sábado, 6 de dezembro de 2008
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
COMEÇAR A ACABAR

Samuel Beckett
Direcção, Tradução e Interpretação
João Lagarto
Desenho de luz
José Carlos Gomes
Figurinos
Ana Teresa Castelo
Música
Jorge Palma
Co-Produção
Teatro Nacional D. Maria II e ACE/Teatro do Bolhão
“Começar a Acabar” é um trabalho dramatúrgico surpreendente de Samuel Beckett, que revisita as suas obras mais emblemáticas (Molloy, Malone Está a Morrer, À Espera de Godot e O Inominável). Trata-se de um exercício profundo, torturado e alucinante, onde caminham lado a lado os sonhos, o desespero e os desenganos. Um monólogo sobre a morte que traduz a frase de Beckett: “não há nada no mundo mais cómico do que a infelicidade.” “Começar a Acabar” confronta-nos com a finitude da vida mas também, paradoxalmente, com as suas imensas possibilidades, contando com uma interpretação de extraordinária e assombrosa sensibilidade de João Lagarto.
05-Dez Pequeno Auditório 22:00
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
domingo, 30 de novembro de 2008
Marquês de Vila Real - a propósito da Restauração

O título de Marquês de Vila Real foi instituído por carta do Rei D. João II de Portugal de 1 de Março de 1489, em benefício de D. Pedro de Menezes. O título sucedeu ao de Conde de Vila Real, que havia sido criado em 1424, por D. João I, a favor de D. Pedro de Menezes, avô do anterior. Os Marqueses de Vila Real foram também titulares dos Condados de Ourém, de Alcoutim e de Valença. O 5º Marquês recebeu o título de Duque de Vila Real. Já os 6º e 8º marqueses receberam o título de Duque de Caminha de Filipe IV de Espanha (Filipe III de Portugal).
O 7º marquês de Vila Real - D. Miguel Luis de Meneses, 2º Duque de Caminha - entrou numa conjura contra D. João IV, supostamente por obediência filial. Todavia, descoberta a rebelião foram presos todos os fidalgos que nela tomaram parte, tendo à frente o arcebispo-primaz D. Sebastião de Matos Noronha. De nada serviram as súplicas para que fosse perdoado D. Miguel Luis de Meneses. Morreu, como os outros conjurados, no dia 29 de Agosto de 1641, degolado num cadafalso erguido no Rossio de Lisboa, depois de ter estado preso em S. Vicente de Belém.
Por ausência de descendência directa do último marquês, o título foi extinto, sendo sua representante a Marquesa de Vagos, Maria Mafalda da Silva de Noronha Wagner.
Não obstante, o título continuou em Espanha, com a designação de Duque de Camiña e Grandeza de Espanha (23.3.1660), e está hoje na Casa dos Duques de Medinaceli.
O Condado de Vila Real foi recriado pelo Rei D. João VI, por Decreto de 3 de Julho de 1823, a favor de D. José Luís de Sousa Botelho Mourão e Vasconcelos.
História da industria das sedas em Trás-os-Montes
Restauro de livros

Pretende-se que, neste atelier, os alunos aprendam os conceitos fundamentais de preservação a que os livros centenários são submetidos. Desta vez, os “pequenos restauradores” têm a oportunidade de manusear com todo o cuidado duas primeiras edições dos sermões do Padre António Vieira, justamente numa altura em que se comemoram os 400 anos do seu nascimento. Grande parte do Fundo Antigo da Biblioteca Municipal de Vila Real resulta dos acervos dos Conventos de São Francisco e de São Domingos, extintos em 1834. Cinco anos mais tarde, é criada a Biblioteca Pública de Vila Real, uma das mais antigas do País. No seu novo edifício, inaugurado em 2006, a Biblioteca reúne já perto de 50 mil livros
IGREJA DE S. DOMINGOS - Vila Real
Trata-se de uma exposição, organizada pelo Teatro de Vila Real, onde se exibem imagens das obras de restauro a que a igreja de São Domingos foi sujeita, obras essas que terminaram em 1954.

VARDANYAN STRING QUARTET

29-Nov Pequeno Auditório 22:00
sábado, 22 de novembro de 2008
Aritmética emocional

Paolo Barzman
Intérpretes
Susan Sarandon, Gabriel Byrne, Max von Sydow, Christopher Plummer, Roy Dupuis
País de origem
Canadá
Ano
2007
Género
Drama
Em 1945, Jakob Bronski, um jovem detido num campo de concentração, acolhe e protege duas crianças recém-chegadas: Melanie e Christopher. As circunstâncias facilitam a criação de um forte laço de amizade entre os três. 40 anos mais tarde, Melanie (Susan Sarandon) é uma mulher graciosa na casa dos 50 com o casamento em perigo devido à instabilidade emocional. Inesperadamente, Melanie descobre que Jakob (Max von Sydow) – que pensava ter sido morto em Auschwitz – está vivo e convida-o para uma visita à sua casa de campo. Jakob acede ao convite e faz-se acompanhar por Christopher (Gabriel Byrne), o seu amigo de infância. Christopher nunca confessou o seu amor por Melanie, nem tão pouco o esqueceu. Inevitavelmente, todos são obrigados a confrontarem-se com os terríveis fantasmas do passado num difícil jogo de emoções. A vencedora de um Óscar Susan Sarandon destaca-se com um desempenho notável neste filme de Paolo Barzman com um elenco de luxo do qual fazem parte também Gabriel Byrne, Max von Sydow, Christopher Plummer e Roy Dupuis.
24-Nov Pequeno Auditório 22:00
Tocar as coisas da memória
“Tocar as coisas da memória” no Museu da Vila Velha
Será inaugurada, no dia 12 de Novembro, pelas 21h30, no Museu da Vila Velha a exposição “Tocar as coisas da memória”. Trata-se de uma exposição itinerante, que visita Vila Real fruto da parceria estabelecida entre a Câmara Municipal e o Secretariado Diocesano da Educação Cristã.
Comissariada por Nuno Higino, exibem-se na exposição desenhos e esculturas da autoria do mestre José Rodrigues, fundador da Cooperativa Árvore (Porto). As obras constituem-se como aproximações ao sagrado. A exposição estará patente até o próximo dia 23 de Novembro, durante o horário de funcionamento do Museu (aberto todos os dias, das 10h às 12h e das 14h às 19h.
domingo, 16 de novembro de 2008
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
"É necessário resistir" Graça Morais

Corresponde mesmo, segundo confidenciou a pintora nesta entrevista, ao "espelho de uma personalidade intensa, própria da identidade feminina da minha região".
Em que consiste esta exposição? Que temas privilegia?
Esta exposição é constituida por oito telas a óleo e 23 desenhos sobre papel. Foram realizados no meu ateliê de Trás-os-Montes e resultam de uma reflexão sobre o quotidiano das pessoas que me rodeiam, associando imagens que recolho dos média com objectos e formas da natureza.
A mulher rural ainda surge como protagonista na sua obra. Porquê? Qual a mensagem?
Estes quadros são representações de rostos humanos, máscaras que pertencem ao mundo da montanha e que vivem numa luta diária com uma paisagem rude e harmoniosa.
A sua mãe é um dos seus modelos mais frequentes. Porquê?
A minha mãe simboliza a Terra. Sinto uma grande identificação com o seu rosto, espelho de uma personalidade intensa, própria da identidade feminina da minha região.
Cria, muitas vezes, uma espécie de metamorfose entre mulher e bichos, nomeadamente gafanhotos e pássaros. Qual a relação?
Neste lugar, cohabitam, numa profunda simbiose, animais e homens. A metamorfose entre a mulher e as formas animais é sempre o resultado da transformação da matéria, está associada à memória e ao tempo.
A sua linguagem mais fiel é o desenho ou a pintura? Com qual se sente melhor, ou seja, mais autêntica?
Sinto uma relação muito profunda e imediata com o desenho. Rabiscar é encontrar imagens, é encontrar-me num jogo de descoberta, de grandes surpresas.
Como surgem os temas no seu trabalho? A guerra e a violência já foram tratadas na sua obra. Tratou-as, essencialmente, como forma de denúncia?
Estou atenta a tudo o que se passa à minha volta, seja no meu pequeno mundo, seja no planeta que habitamos e a minha pintura resulta de imagens fragmentadas dessa realidade.
A sua relação com Trás-os-Montes mantém-se? É uma relação umbilical?
Pertenço a este lugar, que, desde a infância, me marcou profundamente. Aqui, aprendi a andar, a falar, a cantar, a rezar e as primeiras letras. Também aqui comecei a despertar para o desenho. Mantenho uma relação de grande identificação com este território geográfico e afectivo.
O silêncio, o recolhimento parecem ser muito importantes, talvez fundamentais, no seu momento de criação. Porquê?
É fundamental para mim trabalhar num ambiente de silêncio e absoluta concentração na minha pintura. Nesta fase da minha actividade criativa, ter tempo e silêncio são luxos pelos quais luto com persistência.
Ser mulher/artista em Portugal é complicado nos dias de hoje?
É complicado ser artista, seja mulher ou homem. É necessário resistir e insistir com coragem, porque vivo num país com um espaço físico mental e económico muito reduzido.
O que esteve na origem da criação do Centro de Arte Graça Morais, em Bragança? Está satisfeita com os resultados/adesão do público obtidos nos primeiros meses de existência?
O Centro de Arte Contemporânea recebeu o meu nome por proposta do presidente da Câmara de Bragança, Jorge Nunes, que foi aceite em Assembleia Municipal por unanimidade. Este centro dá resposta a uma política de desenvolvimento cultural sustentável, num projecto transfronteiriço entre as cidades de Bragança e de Zamora. O êxito de público e visitantes nacionais e estrangeiros ultrapassou as expectativas mais optimistas.
Que conselhos dá aos jovens criadores?
Não dou conselhos, sugiro que desenvolvam os seus talentos inatos com muito estudo e perseverança no trabalho.
A crise afecta a arte?
Qual crise? A dos valores éticos? Nas crises económicas do passado, desenvolveram-se interessantes perspectivas de mercado, sendo as obras de arte um valor seguro de investimento.
Em termos futuros, tem já alguns projectos de trabalho?
Não gosto de falar publicamente dos meus projectos antes da sua concretização.
Como encara a questão da morte? Tem medo de morrer?
A morte é inevitável, é uma senhora que não convido para jantar !
Nordgarden

15-Nov Pequeno Auditório 22:00
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
domingo, 26 de outubro de 2008
Casa do Meio do Povo - Chaves




RALI DE VILA REAL
Marão
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Trindade Coelho

Trindade Coelho
José Francisco Trindade Coelho nasceu em Mogadouro a 18 de Junho de 1861. Ficou órfão de mãe ainda e criança e partiu para o Porto com o pai onde fez os estudos liceais num colégio interno. Estudou Direito em Coimbra, onde iniciou a sua actividade literária, colaborando em diferentes periódicos e fundando outros.
Em 1895 era juiz em Lisboa. À carreira jurídica juntou, na altura, a actividade literária e jornalística, bem como uma importante actividade pedagógica. Nesta sequência, publicou, entre várias, o ABC do Povo (1901), livro adoptado oficialmente nas escolas públicas.
Em Os meus amores observa-se a recriação de gentes e lugares, motivada pela saudade. O próprio autor esclarece, em Autobiografia, que os contos não teriam existência se vivesse na sua terra.
A obra literária de Trindade Coelho revela a tendência de um certo neo-romantismo nacionalista e neogarretista.
Suicidou-se em Lisboa a 9 de Junho de 1908.
Algumas obras:
Os Meus Amores, 1891
A ABC do Povo, 1901
In Illo empore, 1902
O Primeiro Livro de Leitura, 1903
Manual Político do Cidadão Português, 1906
Autobiografia e Cartas, 1910
Os Meus Amores - contos de Trindade Coelhohttp://www.ficcoes.net/biblioteca_conto/os_meus_amores.htm;
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Natural de Mogadouro, a sua obra reflecte a infância passada em Trás-os-Montes, num ambiente tradicionalista que ele fielmente retrata, embora sem intuitos moralizantes. O seu estilo natural, a simplicidade e candura de alguns dos seus personagens, fazem de Trindade Coelho um dos mestres do conto rústico português. Fiel a um ideário republicano, dedicou-se a uma intensa actividade pedagógica, na senda de João de Deus, tentando elucidar o cidadão português para a democracia.
CÃO DE GUARDA TRANSMONTANO



O cão de gado transmontano é um mastim de grande porte, aprumado e altivo de olhos oblíquos
e cauda em sabre. O pelo é curto e grosso e o cão está bem adaptado às condições do meio e
às funções que desempenha. No dizer de Vasco Graça Moura “representa uma espécie de viagem ao passado, ao tempo em que não havia exposições de beleza e os animais eram seleccionados exclusivamente em função das actividades a que se destinavam”.
De temperamento dócil e reservado, cauteloso nas suas funções, o cão de gado transmontano,
guardador de rebanhos, é também a melhor companhia dos pastores.

CÓDIGO DANCE PROJECT

Pela Companhia
Código Dance Project
Coreografia
Pedro Pires
A companhia inglesa Código Dance Project é liderada por Pedro Pires, bailarino e coreógrafo transmontano residente em Londres.
Neste espectáculo serão apresentadas as coreografias “Dancing With the Devil” (com música interpretada ao vivo pelo Cre-Art Contemporary Ensemble, de Espanha) e “Go!” (peça premiada no 12.º Internationales Solo-Tanz-Theater Festival, em Estugarda, Alemanha).
A Código Dance Project reúne bailarinos oriundos da London Contemporary Dance School.
“DANCING WITH THE DEVIL”
Coreografia: Pedro Pires
Composição musical: Sara Varas e Dana Wilson
Bailarinos: Pedro Pires, Tilly Webber, Alicia Rodriguez, Mariana Camiloti e Jorge Brea
Interpretação musical: Cre.Art Contemporary Ensemble.
Duração – 20 minutos.
“GO!”
Coreografia: Pedro Pires
Composição musical: Michael Piknett
Bailarinos: Pedro Pires, Mariana Camiloti, Tilly Webber, Jorge Brea e Alicia Rodriguez
24-Out Pequeno Auditório 22:00
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Christian Brewer

11-Out Pequeno Auditório 22:00